JOSÉ CLÁUDIO 25/07/2020

 

A modelo Dayse Martins, dona de uma beleza estonteante, possui uma trajetória inspiradora. Fruto da determinação, a linda, vive um momento ascendente. A mesma já mostrou que seus traços perseverantes, são suas maiores fortalezas ao enfrentar seus obstáculos. Deu seus primeiros passos nas passarelas elesbonense, muito cedo, irradiando graciosidade e desenvoltura, além de encher os olhos esteticamente. Venceu concursos locais com muito carisma.

 

 

Foi uma das protagonistas do surgimento do projeto de moda Perfil Fashion Model em 2012. Fez-se notar no cenário estadual, ganhando a confiança de Agentes de Moda, que apostaram em seu talento e incentivaram seus sonhos, possibilitando que esta desenvolvesse seus múltiplos potenciais. Em 2013, venceu o concurso A SUPER TOP MODEL da TV Meio Norte, trampolim que a projetou para o universo da moda, com destaque em vários eventos no Piauí, e posteriormente, experiências nacionais com trabalhos realizados em Agências de São Paulo. Sob os olhares de especialistas,

 

 

Dayse despontava como uma surpreendente representante da beleza brasileira para o mundo, o que a fez iniciar sua carreira internacional, começando pelo CHILE, em seguida ESTADOS UNIDOS, e atualmente, brinda o gosto europeu com seu talento, onde faz importantes avanços e alcança um aprendizado fabuloso.

 

 

 

A modelo foi seduzida pelo mundo MISS, onde esta se ambienta muito bem por revelar afinidades com os encantos que a compõem, pela versatilidade que lhe é peculiar, a mesma, conciliará as duas performances, que domina com tranquilidade. Dayse Martins, é finalista do  MISS PIAUÍ CNB, com grandes chances de conquistar o título. Concurso de beleza renomado, com etapa nacional, vinculado ao MISS MUNDO. Foram 32 candidatas inscritas nesta etapa, estando a bela elesbonense entre as 8 classificadas para a próxima seletiva. Digna de representar nosso estado e quiçá, o Brasil, DAYSE MARTINS, conta com o carinho e o apoio de uma parcela significativa dos piauienses, com maior ênfase, do povo de Elesbão Veloso, que a viu crescer e se tornar, um orgulho desta terra.

JOSÉ CLÁUDIO 13/07/2020

Enquanto seres humanos,  somos atores transformadores  e passíveis de transformação. Ao observar nossa trajetória, constataremos as inúmeras mudanças pelas quais passamos, para chegar ao que somos e ainda detectaremos inquietantes necessidades de nos aperfeiçoar. Ser um produto resultante de vários fatores influenciadores, nos faz uma obra complexa e inacabada, capaz de adaptar-se, regenerar-se e criar novas condições para desenvolver-se, além de produzir com destreza, favorecimentos à sobrevivência. Graças à nossa racionalidade, algo que nos difere dos outros animais, conseguimos ocupar com tranquilidade, na escala de valores, habilidades e poder, a supremacia de espécie dominante no planeta terra.
As diversas civilizações que nos antecederam, movidas pelo sentimento de continuidade, dedicaram-se com esmero a firmar-se como sociedades promissoras e deixaram seus legados edificantes, que se projetam em nossa atualidade, através da cultura que adotamos, moldada pelo tempo e esculpida pelo conhecimento.
Sempre que foi necessário, a humanidade repensou seus caminhos, nem sempre de maneira pacífica, mas, eficaz ao curso desejado ou considerado justo, refazendo sua história e imprimindo novos traços. Baseado nisto, não podemos crer que um povo permaneça para sempre seguindo os mesmos líderes e defendendo os mesmos objetivos, diante do desgaste e da comprovação da ineficiência destes. A necessidade da mudança é inerente aos anseios de uma sociedade que prima pela evolução, sem esta, o processo de crescimento não se consolida, os ideais inovadores de cada geração não ganham significados inspiradores. Uma população só se deixa escravizar, pela falta do conhecimento em relação aos seus potenciais, até o momento em que entende, que o poder sobre qualquer governo, emana das fontes coletivas que encontram-se em suas mãos. Uma comunidade consciente de sua capacidade, não admite grilhões e açoites sem lutar, nem tampouco, aceita migalhas de uma mesa posta por hipócritas, quando o banquete o espera para ser degustado em justo deleite.
Eis que surge o oportuno momento. Há quem levante para protestar e rebelar-se dignamente, com causa e propósitos legítimos, opondo-se à unanimidade cega, a desfazer com luz a cortina das trevas que ofuscam, revigorando o sopro dos sonhos audaciosos que povoam os horizontes avistados. Curvar-se não é a única opção, nem a postura mais inteligente.

JOSÉ CLÁUDIO 02/06/2020

OS NOVOS DILEMAS DA EDUCAÇÃO

Ao olhar em volta, não há nada em sua ordem natural. Nenhum setor que não tenha sido afetado pela Pandemia do coronavírus. O impacto na vida das pessoas é incalculável. Todos os segmentos estão buscando uma forma de manterem suas ações, pensando em diminuir os efeitos negativos que serão sentidos ao longo do tempo, sem uma previsão ou estimativa consistente.

A educação como bem comum e indispensável, tem sido objeto de estudo de especialistas, no sentido de encontrar uma sugestão que mais se aproxime de uma alternativa que atenda em grande parte, o seu público. Inúmeros estudantes, em todas as regiões do Brasil, estão desprovidos de aulas convencionais, e consequentemente, ociosos em suas atividades básicas, com  fonte de conhecimento reduzidas.

O governo  implementa medidas, por meio de decretos e pareceres, orientando a adesão ao formato Educação à Distância. Uma iniciativa emergencial, que embora sugestiva, não atende a contento, pela fragilidade estrutural dos mecanismos disponíveis nos estabelecimentos de ensino, tendo em vista as múltiplas carências. Dentre estas, a necessidade de profissionais aptos a mediarem tecnologicamente  o cronograma proposto, o que acaba em uma adaptação ineficaz. Podemos observar ainda, o aparelhamento deficitário das escolas, sem  equipamentos adequados e internet de qualidade. É válido ressaltar, nesta problemática, o dilema dos pais e alunos. As famílias vivem conflitos  cotidianos de ordem diversas, onde a sobrevivência é a prioridade máxima, e de súbito, precisam lidar com a novidade de dar suporte educacional direto aos filhos. Isso desencadeia  uma série de questões que são decisivas no aprendizado precário de milhares de alunos.

Em tempos modernos, talvez fosse desnecessário este quadro preocupante, se os investimentos em educação, de fato, acontecessem e o nosso sistema educacional tivesse acompanhado a evolução da realidade. Nossos avanços nesse aspecto, são pontuais e não atingiram com veracidade, a quem merecidamente espera. Viveremos longos dias a padecer pela insanidade de gestores incompetentes, até que se faça justiça aos interesses dos verdadeiros brasileiros.

Estamos diante de uma situação muito instigadora, que nos leva a refletir a respeito do que somos, do que fazemos  e do que queremos para nós e as gerações futuras. Nossas habilidades estão sendo testadas,  nossos conceitos estão se  desfazendo e caminhando para uma reestruturação urgente. A luz que nos norteia, exige que persistamos, que façamos  bom uso da inteligência da qual somos dotados, com um pensamento voltado para a construção de uma sociedade altiva, que componha uma civilização mais coerente e com condições de sobreviver com dignidade, às adversidades próprias do caminho do desenvolvimento.

JOSÉ CLÁUDIO 18/05/2020

A cultura da arte como conhecemos hoje, possui uma trajetória nada fácil em meio a tantas outras necessidades consideradas prioritárias pelo homem. Nasceu marginal há séculos atrás, destoando de tudo que era considerado convencional, sendo uma  alternativa inteligente para expressão dos sentimentos contidos. Enfrentou desde os seus primórdios, os olhares receosos e a censura de quem detém o poder, embora tenha comprovada a sua relevância na formação cidadã, e na eficácia da elevação de valores, quando é capaz de projetar o lado mais bonito do ser humano. Poucas vezes ocupou lugar de evidência nas gestões governamentais, a não ser, pela ascensão de um dos seus desbravadores ou protagonistas, e ainda sim, sob o crivo frio da insensibilidade de alguma instância superior.
Os dias que vivemos, parecem mais algozes aos artistas e suas produções, a escassez de incentivos e a vulnerabilidade material dos produtores, colocam em risco um tesouro de valor inestimável. Impedidos de dividir seus talentos e sentir a recompensa que emana do aplauso de seus públicos, contrariando o que canta Milton Nascimento nos bailes da vida “...TODO ARTISTA TEM DE IR AONDE O POVO ESTÁ...” Os fazedores de arte pelo Brasil, sofrem amargamente os efeitos do isolamento social, por conta da pandemia que nos assola, recomendado pelas autoridades em saúde, necessário ao bem da comunidade. Enquanto isso, os governantes  ignoram, além de tantas coisas, a importância destes cidadãos, que formam uma parcela significativa da nossa sociedade. Nenhuma esfera de governo, apresenta uma sugestão plausível. Os dons que nos enobrecem, estão lançados à própria sorte. Como se não bastasse isso, ainda somos obrigados a acompanhar, manifestações indesejáveis de “ditos” representantes da categoria, a maldizer e a se vangloriar com o poder que tem nas mãos, a desdenhar de absurdas agressões cometidas contra a classe artística, menosprezando perdas irreparáveis. Como é próprio da cultura  RESISTIR, seus bravos lutadores se adaptam e se refazem como podem. Pelos seus esforços usam a tecnologia disponível para sobreviverem. As LIVES, tem sido uma forma de chegar até as pessoas. É gritante a falta de respeito à cultura artística, e à sua vasta contribuição positiva na evolução da vida.
É preciso ampliar os horizontes e repensar o tipo de autoridades que estamos constituindo a cada pleito eleitoral. Não é justo validar  ideias contrárias ao bem comum, ao desenvolvimento intelectual da população. O poder não pode inviabilizar a fruição da cultura, não deve castigar os indivíduos pela sua maneira de pensar ou tolir as habilidades que desafiam as soberanias absolutas. Devemos nos erguer, e com nossas atitudes conscientes e maduras, internalizar o que escreveu Aldir Blanc e cantou verdadeiramente Elis Regina”...A ESPERANÇA EQUILIBRISTA SABE QUE O SHOW DE TODO ARTISTA, TEM QUE CONINUAR.”

JOSÉ CLÁUDIO 08/05/2020

O que vemos é real mesmo? Infelizmente. Tudo o que vemos e vivemos, não é agradável, faz parte de uma realidade que nos tomoude súbito. Parece uma obra de dramaturgia tenebrosa, ambientada em cenários fúnebres, de roteiro confuso, atores sem sintonia, com uma interpretação dominada por chulos improvisos, uma trilha  aterrorizante poluída por ruídos pavorosos e um figurino em frangalhos, com efeitos nebulosos... Uma produção mal dirigida que deixa atônitos, elenco e plateia, com um desfecho incerto e desastroso.          O Brasil vive um momento crucial, preocupante pela gravidade de acontecimentos que se sucedem. Não o suficiente, uma ameaça biológica que destrói vidas avassaladoramente, ainda enfrenta uma crise política histórica. Um governo desnorteado que privilegia a poucos que o rodeiam e minimiza a população e seu sofrimento. Pessoas morrem todos os dias em números crescentes, outras doam suas últimas forças para salvar alguém. Enquanto isso, governantes tiram proveito da situação,  com as garras afiadas saqueiam os escassos recursos disponíveis, se vangloriado das bocas sedentas enfileiradas a mendigar umas poucas migalhas. O povo se degladia  entre a saúde frágil, a economia caótica e a militância cega idolatrando imagens reprováveis. O líder da nação, assiste  a tudo imerso em sua arrogância, sob os olhares de repúdio do mundo, do alto de seu pedestal de egoísmo, paramentado com sua armadura ignorante, desfila imponente escoltado por seus asseclas macabros. Em meio à desordem, intimida seus opositores com gestos implacáveis aos que ousam pensar diferente. Estimula o ódio e enaltece apologias que contrariam a lei, esbraveja com fúria proferindo asneiras num grasnar de prepotência.  Precisamos recobrar nossos brios, alimentar nossa coragem com ânimo novo, fazendo jus aos bons brasileiros que somos. Usar nossos símbolos nacionais na  mais cívica das atitudes, proteger a vida.

     

JOSÉ CLÁUDIO 28/04/2020

Somos um produto cultural, moldados pelos ensinamentos e experiências vividas, desde o momento da concepção ao mais alto nível de existência. Tudo em nós é oriundo de uma cultura, benéfica ou não, porém, decisiva em nossa formação, implícita em nossa  identidade, que se projeta para o mundo em que vivemos.
Com as faculdades da inteligência, nos permitimos a descobrir novidades e possibilidades, convenientes ao nosso bem estar, físico e psíquico, bem como os meios férteis e viáveis à nossa sobrevivência como espécie humana na terra. Gradualmente, a evolução acontece como trâmite  natural e necessário, próprio do percurso a ser seguido. Com o tempo, muitas formas de cultura foram experimentadas pela humanidade, e todas com legados significativos, favorecendo assim, a diversidade de conhecimento nas mais variadas épocas e regiões do mundo, formando o conjunto de conceitos para cada estilo de civilização. Alguns desses valores, por motivos peculiares a uma transformação, em algum  momento, foram  incorporados a outros, ou ainda extintos e superados por características inovadoras, que atenderam a uma necessidade ou a uma vontade que se sobrepõe involuntariamente. Esses processo, nem sempre aconteceram de maneira harmônica ,respeitando os princípios do equilíbrio. Quase sempre com as rupturas, muitos fragmentos importantes se  perderam, e nos distanciaram de nossas origens, mudando o curso da nossa sensibilidade e percepção.
O cenário cultural no qual nos encontramos inseridos,  ganhou uma conotação superficial no que se refere a modernidade. Não nos preparamos para um mundo moderno e a atualidade nos impõe muitas dificuldades em lidar com ele. Uma fragilidade educacional nos limita em muitos aspectos, seja pelas amarras aos padrões ,ou pela ânsia de digerir as novas nuances disponíveis. Desprezamos o bom senso e conteúdos preciosos em detrimento de uma satisfação fulgás em dominar novos mecanismos e consumir produções nada edificadoras. Vivemos em um mundo conflituoso gerado por doses excessivas de ambição e sentimentos artificiais. Estamos nos tornando  irracionais por não sabermos conciliar as inovações ao sentimento  primordial de ser gente. Os avanços que alcançamos , existem para nos tornar melhores e favorecer a vida em sua genuína expressão e não para destruir nossas boas referências ou robotizar nossas relações, pois, enquanto  seres inteligentes, não cabemos todos no mesmo molde, nossas linhas não são retas, possuem curvas compatíveis a cada um. Somos tomados por uma corrente de pensamento imediatista e dominado pelo extremismo, onde o meio termo é massacrado e depreciado à inutilidade. Estamos deixando que a intolerância grite mais alto que a empatia. Solidariedade, respeito,  compreensão... tornaram-se sinônimos de coisas ultrapassadas. Valoriza-se em demasia,  expressões efêmeras e frias. Os prestígios aos pensamentos comuns,  agridem impiedosamente às cabeças opostas à unanimidade . Não somos isso... estamos nos adulterando a uma condição de desumanidade e produzindo o nosso ESTIMADO caos.
É preciso reagir à superficialização da vida e às mesmices de uma época propensa a nos perpetuar como meras criaturas mecanizadas.

JOSÉ CLÁUDIO 21/04/2020

O homem em sua essência é capaz, é generoso e democrático, dotado de inteligência e potenciais múltiplos, porém não é autossuficiente, e em sua trajetória evolutiva descobriu a necessidade de viver em comunidade. Daí, as grandes transformações, pois a experiência social exigiu de sua personalidade o desenvolvimento de habilidades em lidar, além de seus interesses, com os anseios e sentimentos alheios. A partilha comunitária, definiu o caráter e a natureza da espécie dominante no planeta terra.

Coordenar ideias e coloca-las em prática, nunca foi algo simples. E quando estas ideias defendem os objetivos de uma coletividade? Maior a questão e a responsabilidade da atitude a ser adotada. Através da credibilidade ao agir, surgiu a liderança que uma vez instituída caracterizou o poder. Chegamos a origem dos grandes conflitos, o “PODER”. Algo que é inerente à capacidade de auxiliar, abrir caminhos, guiar e solucionar com justiça, carências matérias e demais fragilidades, tornou-se uma posição hierárquica muito cobiçada, e na maioria das vezes, usada para disseminar a discórdia e o sofrimento de pessoas, contradizendo assim, o propósito das propriedades essenciais do PODER. Há quem idealize uma formula poderosa, para saciar a sua fome de importância, sem pensar em benefícios a outras pessoas. Inúmeros são os exemplos que conhecemos, que retratam a prepotência. No afã da concretização de projetos nefastos e prejudiciais a uma população submissa, o autoritarismo impera, em nome de um desejo restrito, tão somente de vaidade. Quantas destruições ouvimos falar ou já presenciamos, desencadeadas pela busca desenfreada pelo PODER, Ou ainda, para  manter-se detentor do mesmo. O ser humano revestido de arrogância, é um monstro que devora a si próprio, quando despreza o seu semelhante e venera ao seu ego. É espantoso e desolador vê-lo afogar-se na próprio imagem, tal qual Narciso embriagado pela própria beleza, fria e superficial.  Toda forma de poder incontestável, deve ser repudiada. Nenhuma personificação humana é onipotente. Todos perecem da mesma maneira e são passageiras como uma estação, duram apenas o suficiente, para provar suas insignificâncias diante da vida, que é eterna e suprema.

JOSÉ CLÁUDIO 15/04/2020

A humanidade ao longo de sua hostória, já viveu muitas transformações.Todas as mudanças que ocorreram, exigiram do homem, uma adaptação às novas circunstâncias e uma capacidade de consciência para lidar com o período de transição,que sempre foi sacrificante e desafiador.Geralmente lidamos muito bem com as modificações que acontecem gradualmente, pois estas, quase sempre são imperceptíveis. Já quando há uma ruptura brusca no cotidiano, é natural uma reação de rejeição ao que é imposto. Uma alteração na cultura das pessoas, é algo que causa desconforto e inquietação, e consequentemente, resistência por parte de alguns indivíduos. Isso é constatado em todas as situações em que se fez necessário a transformação de hábitos, costumes, e da própria maneira de pensar. Por isso,o processo educativo em qualquer aspecto é lento e louvável, para permitir a assimilação de uma nova realidade e todas as suas descobertas.   Na atualidade, nos deparamos com uma crise sem precedentes, que afeta nossa civilização em todos os aspectos. O mundo experimenta uma vivência inédita com o inesperado,em um nível de gravidade, que coloca em vulnerabilidade,nosso bem mais precioso, a vida.Nossa capacidade de regeneração diante de condições adversas, mais do que nunca,agora, se faz imprescindível.. Sobrevivemos a catástrofes dizimadoras, superamos condições climáticas impróprias,vencemos escassez de alimentos e recursos naturais, incorporamos outros valores culturais,, nos curamos de males letais...tudo, graças ao nosso poder de recomeçar. O pânico,a ignorância e a apatia, jamais permitiram a reconstrução de um propósito.              O tempo que temos, é o tempo para viver e se reinventar, próspero ao fortalecimento e ao uso da inteligência, para criar um universo frutífero e almejado , em um mundo novo e merecido.

JOSÉ CLÁUDIO 14/04/2020

Olá Pessoal! Eu, José Cláudio, quero desejar boas vindas a vocês ao meu blog, e ao portal valenoticia .net. Este espaço será utilizado para veicular informações em âmbitos diversos, sempre primando pela qualidade, responsabilidade em respeito às pessoas que nos acompanham. Trarei sempre conteúdos interessantes, com o intúito de contribuir com o seu conhecimento. Aos interessados em colaborar , respeito opiniões e acato ideias relevantes. Sintam- se parte do nosso projeto de comunicação. Espero contar com vocês.